quarta-feira, 31 de março de 2010

A MORTE DE UM JUSTO

A palavra morte assusta muita gente. Ninguém pensa em morrer, aliás, o ser humano vive como se fosse viver para sempre na Terra. É preciso esclarecer que, devido à falha do primeiro homem lá no Éden (quando digo falha penso na rebelião do homem contra Deus) mais conhecida como pecado, houve uma punição – a morte.


A morte é conseqüência do pecado, isto é, nós merecemos morrer. A morte é o salário do pecado, conforme é mencionado em Romanos 06.23.

Agora, quando pensamos em Jesus, descobrimos verdades de valor eterno, narradas e vivenciadas por Ele. Jesus nasceu com a missão de salvar os pecadores, veio para dar vida plena a todos que cressem nele. Nasceu sem pecado, por isso pode salvar a todos que depositam nele a sua fé.

A morte de cruz era punição para malfeitores. As Escrituras registram que era maldito todo aquele que era pendurado no madeiro. Sendo justo, perfeito, sem pecado, Jesus jamais deveria morrer em uma cruz. Acontece que ele demonstrou seu grande amor por todos nós, a ponto de o justo morrer pelos injustos. A morte de um justo trouxe vida eterna para os que reconhecem os seus pecados.

Se a morte física é inevitável, a morte eterna, que é a segunda morte, a separação eterna e definitiva de Deus, pode ser evitada. Quando reconhecemos que Jesus, o Justo, morreu naquela cruz por nós, e aceitamos pela fé o seu amor, temos vida eterna.

Agradeçamos sempre a Deus que enviou Jesus para morrer em favor dos injustos.

                                                                                                                                       (Extraído )

Um abraço fraterno,

Pr. Márcio Frazão

Nenhum comentário:

Postar um comentário